1 de mar de 2017

Banda Mestre Librina: Cultura e Som Nordestino

Primeiro CD da Banda Mestre Librina (Em breve disponibilizaremos para download)

As bandas de pífanos sempre foram em todas as cidades do interior do Nordeste uma das mais tradicionais referências musicais. Em Gravatá, o pífano escreveu a sua história através de Sebastião Librina, que morreu no anonimato não deixando herdeiros do seu ofício. 
Em 2002, o grupo de meninos que fazem parte do Grupo de Apoio de Meninos de Rua - GAMR, resolveu resgatar as tradições do pífano do velho mestre e criaram a Banda Mestre Librina. Com os meninos, os sons do velho pífano ganharam uma nova roupagem, com vozes, rabeca, e uma cantoria, que narra em cordel à perspicácia e sagacidade do povo nordestino. 
Através de performances originais e ritmos tradicionais como a mazuca, ciranda, xaxado, coco, afoxé, caboclinho, frevo, os meninos encantam e envolvem suas platéias em festas profanas ou religiosas. Suas apresentações terminam sempre com uma ciranda, que reúne a platéia numa grande roda, cuja simbologia é a união de todas as classes, raças e credos como forma de democratização da cultura popular. 


A banda Mestre Librina utiliza além do pífano, rabeca, caixa, zabumba, pandeiro, ganzá, alfaia, triângulo, agogôs, contra-baixo e guitarra. 
A banda é composta por: 
  • Maciel – Voz principal, pífano e rabeca 
  • Márcio – Caixa, chimbal, surdo, alfaia, pratos, efeitos e beck 
  • Wellington - Guitarra, violão eletrico, contra-baixo e beck
  • Joyce  – Zabumba, timbale, triângulo, pandeiro, e bec
  • Thiago – Conga, pandeiro, timbal, elú e beck 
  •  Edson – Produtor cultural
  •  Milton – Roadie e motorista
          • 04 - Brincantes  
Assista apresentação da Banda Mestre Librina

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